Faleceu na passada quinta-feira, 06 de fevereiro de 2025, no lar do Centro Social Paroquial São Vicente de Paulo, em Lisboa, o Padre António Joaquim Leitão dos Santos, da Congregação da Missão, aos 84 anos. O corpo encontra-se em câmara ardente, desde o dia 07 de fevereiro, na Capela da Ressurreição da Igreja Paroquial de São Tomás de Aquino, em Lisboa, e o funeral será no sábado, 08 de fevereiro, com missa exequial às 14h00 na Igreja Paroquial de São Tomás de Aquino, indo depois a sepultar no Cemitério dos Prazeres, em Lisboa, com oração de última encomendação às 15h30.

“A Província Portuguesa da Congregação da Missão e a sua família unem-se agora em oração e agradecem a Deus pelo seu ministério sacerdotal e pelo dom da sua vida”, lê-se numa nota enviada pela Congregação.

O padre António Joaquim Leitão dos Santos nasceu a 15 de fevereiro de 1940, na Achada (Mafra), no Patriarcado de Lisboa, e, no dia 8 de maio desse ano, foi batizado.

O futuro sacerdote trabalhou como servente de pedreiro, e no “finais de setembro de 1954”, entrou para o Seminário Vicentino de São José, em Felgueiras, fez todo o percurso da formação inicial dos seminários vicentinos, inclusive o seminário interno (noviciado) entre 1959-1961, em Mafra, “onde anos antes tinha andado a trabalhar e onde surgiu o apelo vocacional”.

Nas memórias dos 50 anos de ordenação sacerdotal, o padre António Joaquim Leitão dos Santos conta também que após ser ordenado, em Fátima a 15 de agosto de 1967, foi “convidado a partir para Moçambique, para lecionar no seminário de Nicoadala – Quelimane”, onde chegou a 5 de outubro.

“Com a independência de Moçambique, em 1974, o ensino no seminário de Quelimane terminou, uma vez que foi nacionalizado. Em setembro de 1975 regressei a Portugal. Depois de alguns meses de descanso, fui para o Ribatejo (Marinhais), onde durante 15 anos, para além da pastoral, também dei aulas na RARET… e, em 1985, conheci a Juventude Mariana Vicentina”, acrescentou, destaca a Província Portuguesa da Congregação da Missão.

O padre António Joaquim Leitão dos Santos, em 1990, foi enviado para Almodôvar, na Diocese de Beja, onde “prestou serviço na pastoral e no ensino”, no ano seguinte, acompanhou a comunidade dos Padres Vicentinos para Santiago do Cacém, até 2009.

De 2009 até 2015, viveu na comunidade vicentina da Rua do Século, em Lisboa, onde foi secretário provincial, com o encerramento desta comunidade, continuou o “mesmo ofício na Comunidade da Luz (Paróquia de São Tomás de Aquino)”, também na capital portuguesa.

O sacerdote vicentino, “com o agravamento dos problemas de saúde”, viva no Lar do Centro Social Paroquial São Vicente de Paulo, na Serafina, em Lisboa, desde em dezembro de 2021, onde faleceu na noite desta quinta-feira, dia 6 de fevereiro.

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